sábado, março 20, 2010

A Família Addams


"Depois do sucesso de "Alice no País das Maravilhas", Tim Burton prepara-se agora para realizar "A Família Addams" em 3D.
O projecto já foi confirmado pelos estúdio Illumination Entertainment, da Universal. O filme será feito em 3D e também com recurso à tecnologia stop-motion , uma técnica de animação minuciosa, em que as imagens são captadas quadro a quadro.
«A Família Addams» e «A família Addams 2» tiveram grande sucesso com as actuações de Angelica Huston no papel da mãe Morticia, Raul Julia, enquanto Gomez, ou Christina Ricci como a filha Wednesday.
Mas o filme de Tim Burton não pretende retomar o sucesso já demonstrado na televisão e no cinema. O realizador vai partir da banda-desenhada original do livro dos anos 30."

Fonte: IOL cinema

segunda-feira, março 15, 2010

«Alice» liderou nos cinemas de 4 a 10 de Março em Portugal

"Alice no Pais das Maravilhas, de Tim Burton, liderou nos cinemas portugueses entre 4 e 10 de Março, tendo acolhido 162.364 espectadores e gerado receita de 1.027.188 euros nesta semana, informou o Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA).
O filme, exibido num total de 81 ecrãs de cinema, situou-se na primeira posição da tabela. A obra revisita o universo criado por Lewis Carroll.
Amar… é complicado!, de Nancy Meyers, ficou em segundo lugar, com receitas registadas de 383.903 euros e a visita de 84.092 espectadores.
A terceira posição foi ocupada por Shutter Island, de Martin Scorcese, que foi visto por 49.653 pessoas e obteve receitas de 226.128 euros.
O Lobisomem de Joe Johnston, que já esteve em primeiro lugar, está agora em quarto, com 108.471 euros nas bilheteiras e 23.342 pessoas a acorrer às salas.
Na quinta posição ficou Avatar, de James Cameron, líder do ranking durante várias semanas consecutivas. Esta semana registou 89.386 euros nas bilheteiras e 15.750 espectadores nos cinemas.
A Princesa e o Sapo, de Ron Clements e John Musker, situou-se na sexta posição, com 82.250 euros arrecadados e 17.789 pessoas a visitar. "


Fonte: Diário Digital

sexta-feira, março 12, 2010

Shrek - Forever After

Para quem não sabe, tal como eu não sabia, vai haver mais um filme desta saga: Forever After, que é o último filme.

Sinopse: Shrek já não assusta ninguém e como está farto disso faz um contrato com um mágico, de modo a tornar-se assustador de novo. No entanto, as coisas não correm tão bem quanto se esperava, levando-nos de novo para mais uma aventura.

O trailer:


Já sabem, deixem a vossa opinião.

quinta-feira, março 11, 2010

Eclipse



Para quem gosta da saga Luz e Escuridão de Stephenie Meyer e está ansioso para ver o terceiro filme "Eclipse", pode saciar a curiosidade com o trailer acabado de sair.

Aqui fica:



Podem deixar a vossa opinião num comentário!

segunda-feira, março 08, 2010

"Estado de Guerra" destrona "Avatar" nos Óscares

Melhor Filme
The Hurt Locker

Melhor Realizador
Kathryn Bigelow por “The Hurt Locker”

Melhor Actor Principal
Jeff Bridges por “Crazy Heart”

Melhor Actriz Principal
Sandra Bullock por “The Blind Side”

Melhor Actor Secundário
Christoph Waltz por “Inglourious Basterds”

Melhor Actriz Secundária
Mo’Nique por “Precious”

Melhor Argumento Original
The Hurt Locker

Melhor Argumento Adaptado
Precious

Melhor Filme Estrangeiro
El Secreto De Sus Ojos (Argentina)

Melhor Filme de Animação
Up

Melhor Documentário
The Cove

Melhor Fotografia
Avatar

Melhor Banda Sonora
Up

Melhor Canção Original
The Weary Kind (Crazy Heart)

Melhor Direcção Artística
Avatar

Melhor Montagem
The Hurt Locker

Melhor Caracterização
Star Trek

Melhores Guarda-Roupa
The Young Victoria

Melhores Efeitos Especiais
Avatar

Melhor Edição de Som
The Hurt Locker

Melhor Mistura de Som
The Hurt Locker

Melhor Curta-Metragem
The New Tenants

Melhor Curta-Metragem – Documentário
Music By Prudence

Melhor Curta-Metragem – Animação
Logorama

domingo, março 07, 2010

(ainda sobre os Óscares): O triunfo da popularidade

Será daqui a algumas horas (quatro, mais ou menos) que muitos de nós, na melhor das hipóteses, nos reuniremos frente à televisão (sintonizada naquele canal que, de mim, só retira o sentimento de aversão, tal é a sua colossal qualidade), esperando saber, em directo e em primeira mão, quais os vinte e quatro vencedores da 82ª cerimónia dos Óscares, realizada, como já tem sido habitual, no palco da Kodak Theatre, em Los Angeles.

A megalómana cerimónia, se antes reconhecida por ser a mais importante e crível no que toca à gratificação daquele que seria, supostamente, “o” filme do ano, depois da revolução a que a Internet foi responsável, tem vindo a perder a magia que a envolvia, tal como a sua credibilidade. Centrada em Hollywood, desmascaram-se as tentativas de propaganda aos votantes, assumiu-se implicitamente a vontade expressa de influenciar aqueles que decidem, anualmente, o melhor que foi feito na sétima “arte”, tal como se declarou, pública e subtilmente, o centralismo norte-americano de que vivem os Óscares. Sempre assim foi, não nos iludamos. É uma evidência que cada cinéfilo tem que aceitar – e o facto de, em 2010, estarem nomeados 10 filmes em vez de 5 para promoção e busca de audiências televisivas e, também, de estarem divididos melhor filme / melhor filme estrangeiro, ilustra bem esta realidade. Algo que, também implicitamente, se tem vindo a assumir é a busca de inclusão dos filmes independentes (ou, pensando melhor, “so called”): “Juno” e “Little Miss Sunshine” são dois exemplos passados bem ilustrativos do que acabo de falar. Contudo, esta procura por um equilíbrio entre aquilo que vem da indústria e aquilo que é mais “diferente” (reforcem-se as aspas), algo que foi visto como claro aquando da luta, ano passado, entre “O Estranho Caso de Benjamin Button” e “Quem Quer Ser Bilionário?”, tem vindo a acentuar as dificuldades internas da Academia em agradar tudo e todos. O que é, obviamente, compreensível. Cada vez mais o cinema se tem fragmentado (seja em género, seja em modus operandi, seja em intenções, seja em origem), e a busca por um consenso que faça reunir, novamente, milhões frente a um televisor para ver a entrega dos Óscares (como aconteceu aquando das gratificações “Titânic”a e “Gump”iana) é já uma utopia declarada. A estatueta dourada, perdendo o seu brilho, importância e “glamour”, não passa hoje disso mesmo: de um prémio merecedor de quarenta e cinco segundos em agradecimentos, de um nome e de uma tira de DVD (como nos falava o jornal “Ípsilon”, na passada sexta-feira). Os Óscares passaram a desempenhar uma função social, em vez de reconhecer a qualidade e o valor das obras que vai nomeando (onde está “Um Homem Singular”?): e tudo depende do contexto. Se “Forrest Gump” venceu e calcou “Pulp Fiction” depois da celebração do belíssimo “A Lista de Schindler”, foi para manter o equilíbrio de felicidade e esperança que o cinema supostamente deveria transmitir. O mesmo, exactamente, se sucedeu ano passado: depois do niilismo de “Este País não é para Velhos”, tornou-se óbvia a vitória do slumdog, dos pobres, do “desigual”, do brilho, da esperança, da mudança (veja-se a vitória de Obama nesse tempo). E se a cerimónia de hoje passar, apenas e só, pela reprodução do que se sucedeu com os passados Globos de Ouro (mas com uns passos de dança como ano passado), então aguarda-nos uma valente perda de tempo.

A Academia não gosta de surpreender, digam o que almas sábias disserem – numa altura em que, sob pressão das cadeias televisivas, se vê obrigada a navegar entre a popularidade das suas películas, torna-se clara a vitória do Rei do Mundo. “Avatar” (crítica) percorreu países, é dos filmes mais rentáveis de sempre (“o” mais, dizem!), esteve sob o signo da revolução técnica, a sua magnificência requer-se imortal e incontestável (é o que se diz, e não me atreveria a calar um planeta embusteado). Mas bem… se há um Óscar que, ano menos ano, será criado e que deveria ser entregue a posteriori a este trabalho de pirotecnia, seria o de Melhor Propaganda. Mas, não sei bem porquê, cansa-me falar deste filme. A sua rivalidade não é a melhor, também é certo: “Precious” é o filmezito que Oprah tanto quis produzir e que não passa de um mega-dramalhão que sobrevive das suas interpretações, “Nas Nuvens” é a crítica social da actualidade que se perde num guião típico, “UP – Altamente!” é a respeitada execução da Pixar que se clonou e fugiu da categoria a que pertence (melhor filme de animação), “Estado de Guerra” é o gelado voyeur de um país frágil pela guerra no Iraque, “Um Homem Sério” é o resultado desequilibrado de dois irmãos que sabem que poderiam ter feito mais. Há a triste certeza de que “Distrito 9” (a docureflexão original e inédita de uma humanidade cruel e discriminatória) e “Uma Outra Educação” (a simples mas cativante história que versa a jornada de uma estudante dos anos 60 dividida entre duas escolhas sociais) não vingarão. Resta-nos “Um Sonho Possível” (que aguardo com o entusiasmo característico de alguém a morrer) e “Sacanas sem Lei”. E este, sim, é cinema puro, inteligente, no seu estado vertiginoso e ávido. Ainda que naturalmente pretensioso na sua aura de marketing, a qualidade da obra (na narrativa, montagem, interpretações, fotografia) e talento de Tarantino fazem-me acreditar o justíssimo vencedor seria este – algo que não acontecerá, infelizmente. Sempre posso estar errado (gostava, desta vez, que sim), mas a mega-produção de James Cameron tem demasiados fãs para que a Academia os desiluda. Lá se encontra a função social de que vos falei. Gostava, por fim, de ver Colin Firth e Michael Haneke a discursar – ganharia a noite se os visse no meu televisor.

Não vos minto, contudo: penso que será o sonho de qualquer um de nós, que gostasse de enveredar pelos caminhos suicidas do cinema, subir as escadas daquele palco e receber, nas mãos, a estatueta. O peso desta, nesse momento, estará de tal forma agigantado que nos aperceberíamos, aí, que os Óscares ainda vão sobrevivendo, apesar de todas as suas contradições e desequilíbrios. Continuam a ser o momento que leva o meu coração a acelerar-se quando ouço o “and the Oscar goes to”. Cada vez mais tem chorado e desiludido, mas essa é outra história.

sábado, março 06, 2010

Óscares

Para quem está interessado em ver a cerimónia, pode acompanhar em directo na tvi, amanhã, por volta da 1.30h.

Divirtam-se!

segunda-feira, março 01, 2010

1º Ciclo de Cinema na escola

De 1 a 5 de Março realizar-se-á o primeiro ciclo de cinema do grupo de Área de Projecto do 12º E de cinema. Na próxima semana, haverá uma sessão dupla de um filme europeu todos os dias, no bufete da escola - uma às 13:30 e outra às 16:00. Não faltes! Os filmes que serão exibidos são:
A CANÇÃO DE LISBOA
Segunda-feira | Dia 1 de Março | Portugal
Comédia Musical | Conttinelli Telmo
Sinopse: "Vasco Leitão, vive da mesada das tias, que vivem em trás os montes, que nunca vieram à capital, e o consideram um aluno cumpridor. Ora, o Vasco prefere os retiros e os arraiais, as cantigas populares e as mulheres bonitas, em particular Alice, uma costureira do BAIRRO DOS castelinhos, o que não agrada ao pai, o alfaiate Caetano, sabendo-o crivado de dívidas... Os azares de Vasco sucedem-se: no mesmo dia em que é reprovado no exame final de curso, recebe uma carta em que as tias lhe anunciam uma visita a Lisboa!"

VOLTAR
Terça-feira | Dia 2 de Março | Espanha
Comédia / Drama | Pedro Almodóvar 
Sinopse: " Três gerações de mulheres sobrevivem ao vento quente, ao fogo, à loucura, à superstição, e até mesmo à morte, à base de bondade, de mentiras e de uma vitalidade sem limites. São elas Raimunda (Penélope Cruz) casada com um operário a viver do subsídio de desemprego e uma filha adolescente, Sole, a sua irmã, que ganha a vida como cabeleireira, e a mãe de ambas (Carmen Maura), morta num incêndio, juntamente com o marido."

A TURMA
Quarta-feira | Dia 3 de Março | França
Drama | François Bégaudeau
Sinopse: "A Turma inspira-se no dia-a-dia tragicómicode um professor de Francês colocado numa escola pública da cidade de Paris. Neste romance escrito encostado à realidade, François Bégaudeau evidencia os problemas de expressão e compreensão nas salas de aula da língua que, na turma, nem todos dominam. E convida-nos a entrar na escola de hoje, problemática e multicultural. A realidade francesa afinal tão próxima da realidade portuguesa, e quem sabe de tantas outras."

PSICO
Quinta-feira | Dia 4 de Março | Inglaterra
Terror | Alfred Hitchcock
Sinopse: "A emblemática obra-prima do realizador Alfred Hitchcock apresenta Anthony Perkins no papel do perturbado Norman Bates, cuja sinistra casa e motel adjacentes não são exactamente o lugar mais indicado para passar uma noite tranquila. Que o diga Marion Crane (Janet Leigh), a desafortunada hóspede cuja viagem termina na célebre cena do duche. Primeiro um detective privado (Martin Balsam) e depois a própria irmã de Marion (Vera Miles) fazem tudo para a encontrar, num crescendo de terror e suspense que culmina no clímax aterrador em que o misterioso assassino é por fim revelado."

A QUEDA: HITLER E O FIM DO TERCEIRO REICH
Sexta-feira | Dia 5 de Março | Alemanha
Drama | Oliver Hirschbiegel
Sinopse: "Berlin, 20 de Abril de 1945, dia do seu aniversário. Hitler (Bruno Ganz) encontra-se refugiado num bunker situado sob a Chancelaria. Na superfície, os constantes bombardeamentos da artilharia russa anunciam a chegada do inimigo.A capital alemã encontra-se reduzida a escombros e os combates de rua iniciam-se. Apesar do esforço dos poucos soldados, ajudados pelas milícias populares (Volkssturm) e por crianças da Juventude Hitleriana, a derrota é inevitável. No interior do bunker, Hitler faz os seus últimos preparativos. Com ele encontram-se, entre outros, Eva Braun (Juliane Köhler), a sua companheira, Josef Goebbels (Ulrich Matthes), Ministro da Propaganda, e a mulher deste, Magda (Corinna Harfouch).Baseado nas memórias da secretária de Hitler, Traudl Junge (Alexandra Maria Lara), e no best-seller do historiador Joachim Fest (Inside Hitler's Bunker: The Last Days of the Third Reich), "A Queda - Hitler e o Fim do Terceiro Reich" reconstroi os últimos 12 dias do ditador."