sábado, junho 12, 2010

Fim

Assim concluímos o ciclo do blog CineValadares, no âmbito do projecto relativo a cinema protagonizado por Alexandra Côrte-Real, Flávio Gonçalves, Miguel Novo, Sara Vasconcelos e Serenela Carvalho, alunos do 12º E da escola secundária c/ 3º ciclo Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves do ano lectivo 2009/2010. Esperamos que este espaço e todo o projecto tenha sido do vosso agrado!

terça-feira, junho 01, 2010

Between Love and Lust


É entre o amor e o desejo que está o filme de 2005 do genial Woody Allen.

Match Point, a titulo de sugestão.

segunda-feira, maio 31, 2010

Clint Eastwood completa hoje 80 anos

Ícone do Cinema, um dos cowboys mais lembrados e um belíssimo realizador, Clint Eastwood completa hoje o seu 80º aniversário. Com uma carreira de mais de seis décadas, muitos prémios e nomeações, é recordado pelas suas participações na Trilogia dos Dólares e pelo seu papel como realizador, ganhando quatro Óscares em Os Imperdoáveis (1992) e A Menina de Ouro (2004).

Sexo e a Cidade 2


E já é esta quinta-feira que estreia "Sexo e a Cidade 2"!
Para quem ainda não sabe o que esperar desta sequela, aqui fica a sinopse: "As vidas das quatro amigas estão como elas sempre desejaram, mas isto não seria Sexo e a Cidade se não houvessem surpresas... Desta vez, decidem embarcar numa viagem para um dos lugares mais exóticos e misteriosos do Mundo, onde a festa nunca tem fim. É o escape perfeito para todas, dado que começam a surgir alguns problemas matrimoniais. No fim de contas, às vezes é preciso fugir com as amigas..."



E o trailer:


Fonte: https://www.cinemacity.pt/filme/902

Os filhos de Marx e da Coca-Cola

Sendo que seria o título alternativo para o filme, como gostou de o mostrar no final, este Masculin, Féminin surge-se-nos como um importante documento histórico e, ademais disso, como um relevantíssimo estudo sociólogico que preconizava uma revolução que não tardaria em se materializar no fim da década de 60. Godard, que gostou aqui de explorar e experimentar a câmara e a montagem posterior como se tivessem, por si só, uma imensidão de vida e energia, por um lado, apresenta o Novo Masculino – politicamente consciente, culturalmente desperto, socialmente crítico, irreverente, contra-mundo, inovador, despreocupado, livre de convenções comportamentais e institucionais, mas irresponsáveis, algo contraditórios e presos à desinibição das suas pulsões sexuais. Por outro, apresenta o Novo Feminino – apaixonado, espontâneo, desatento em cumprir as expectativas, sincero, insubmisso, com identidade e querença próprias, mas desatento ao mundo que se lhe rodeia, à política ambivalente que se instaurava no mundo, em tempos de Guerra Fria. É uma Nova França, a da fusão do ser humano aquietado com a sua condição pós-guerra, com a consciência fenomenológica e existencialista de si, um levantamento para um Novo Mundo, o de Marx, que aqui se encontra idealizado mas presente, e o da Coca-Cola, ditadora de uma região albergada pelo mundo capitalista, que se manteria até o presente. Sim, sem dúvida, se já me surpreendera o Band à Part, este aqui foi a absoluta de que Godard veio até mim para ficar. Que venham mais e excelentes filmes, como este.

quinta-feira, maio 20, 2010

Começa a festa do cinema italiano com Marco Bellocchio em Lisboa

"Do primeiro filme à antestreia de «Vencer» no arranque A 3ª edição da «8 1/2 Festa do Cinema Italiano» tem um começo dividido em dois andamentos com o primeiro a acontecer já nesta quinta-feira e a a segunda parte deste arranque a verificar-se nesta sexta-feira. O realizador Marco Bellocchio será o denominador comum desde dois momentos iniciando também a homenagem que vai ser-lhe feita com a exibição de um ciclo na Cinemateca Portuguesa.

É então já esta noite na Barata Salgueiro que o realizador italiano irá ele próprio dar o pontapé de saída ao ciclo marcando presença na projecção do seu primeiro filme: «I Pugni in Tasca», de 1965. Na sexta-feira, Bellocchio voltará a estar presente para fazer a abertura oficial da «Festa» apresentando em estreia nacional o seu mais recente filme: «Vencer», de 2009. Esta sessão de abertura será conduzida pela actriz Ana Padrão, que é a cara oficial desta edição e fará a apresentação da programação.

«Vencer» retrata a relação amorosa entre Ida Dalser e Benito Mussolini quando este era um militante socialista radical, ainda antes de se tornar no ditador que tomou conta dos destinos da Itália. Esta história (que vai ter estreia nacional no próximo dia 27) «combina muito bem o lado público com o privado», disse o realizador em entrevista à agência Lusa.

Marco Bellocchio explicou que a decisão de realizar este filme distinguido pela Academia de Cinema Italiano com oito prémios (incluindo Melhor Realizador) surgiu depois do que leu sobre a vida de Ida Dalser e de ter visto um documentário sobre este tema que o emocionou muito: «Ali [na história de Ida Dalser] encontrei algumas temáticas próprias do meu cinema, como a dor, a violência e o ser vítima de violências.»

Além de Bellocchio a Festa do Cinema Italiano vai também homenagear Matteo Garrone com uma retrospectiva da obra do realizador de «Gomorra» - filme que será exibido neste domingo no cinema Monumental e que contará com a presença do próprio para lançar a retrospectiva.

Como já foi também anunciado no lançamento desta mostra, a obra de Antonio Tabucchi também merece este ano um destaque especial desta festa do cinema com a exibição de quatro filmes adaptados dos livros do escritor italiano. E pela primeira vez haverá uma secção competitiva do festival assim como uma secção dedicada ao documentário.

A «8 1/2 Festa do Cinema Italiano vai decorrer até ao dia 29 de Maio e vai marcar presença também no Porto (de 18 a 20 de Junho), em Coimbra (de 31 de Maio a 2 de Junho) e em Abrantes (de 2 a 6 de Junho). A programação já está disponível no site oficial."

Fonte: IOL cinema

quarta-feira, maio 19, 2010

Cinema Português: Que Futuro?

Depois de “Call Girl” e chegada a estreia de “A Bela e o Paparazzo”, de António-Pedro Vasconcelos, as considerações sobre o estado do cinema nacional voltaram a dividir o realizador e outros membros da comunidade cinéfila portuguesa. Se o primeiro considera, redutoramente, que há que, de forma inquestionável, impor o “mainstream” do cinema em Portugal, como o afirmou numa entrevista recente, invocando os interesses gerais do “povo” e não de “meia dúzia de críticos, de jurados”, então o crítico de cinema para o jornal Público, Vasco Câmara, em jeito de resposta redigida em cima do joelho, na sua crónica do suplemento Ípsilon que hoje saiu, vê que a tentativa de imposição do referido “mainstream” não passa mais de um oportunismo para consolidar o que considera um “cinema do pátio”, “xunga”, “comprometido”, repleto de “falta de gosto”. Para o justificar, Câmara não só aponta o dedo para a ignorância de Vasconcelos (afinal o cinema do nosso país, consideremo-lo não comercial, deu bons exemplos de projecção internacional, como é o caso de Pedro Costa, realizador do espantoso “O Sangue”, que tem sido agraciado com grandes homenagens no exterior) como também para o seu medo inerente em não conseguir distinguir as linguagens do que os portugueses querem ver na televisão e do que querem ver no grande ecrã, aparentemente diferentes. Enfim, as acusações prosseguem-se (chega-se a falar de Clint Eastwood por diversas vezes), acabando por justificar, com uma pretensão inexpressável, a razão pela qual o filme “A Bela e o Paparazzo” se demarcou com uma bola preta (a pior das classificações), pelo crítico de cinema. Em suma, para o leitor menos esclarecido, quer a crónica como as declarações de Vasconcelos constituíram, de perfeita forma, a visão global do cinema português na actualidade e do seu futuro: divergente, confuso, incerto.

Eis, portanto, o que considero serem os problemas centrais no contemporâneo panorama, interligados intimamente: a ausência quase total de apoio governamental aos novos cineastas e a mentalidade dos portugueses. O primeiro, resta-se ao facto de que o Estado não investe grandemente na cultura cinematográfica, pois o apoio económico-financeiro arremetido reflecte um lucro imensamente reduzido, dado o facto de que quem aproveita, principalmente, desse mesmo auxílio são os realizadores ambiciosamente independentes, decididos a explorar o seu modus operandi e narrativas não tendo, claramente, em conta a receptividade do espectador comum. O que aqui, efectivamente, se interliga e é fruto de uma consequência viciosamente circular, é o facto desse mesmo cineasta crer, a priori, que o espectador comum não lhe dará a merecida atenção e o facto do espectador comum acreditar, por sua vez, que o cineasta não se esforça para trazer a qualidade que, supostamente, se requer para as salas de cinema. De facto, e isto é de conhecimento geral, ao falarmos de um filme português a conotação negativa que a palavra “português” tem é gritante. As reacções expectáveis, ignorantes e infundadas, tenderiam para um simples “o cinema português nada vale”. A pergunta pertinente que colocamos: por filmes como “O Crime do Padre Amaro” e “Second Life”, que reúnem um casting “de luxo” (leia-se: futebolistas, modelos, apresentadores de televisão e socialités diversos) e uma história onde os ingredientes “sexo”, “escândalo” e “acção” de certo não faltarão, ou por filmes como “Arena” (a curta de Salaviza que brilhou em Cannes, ano passado), “O Sangue”, de Costa, ou “Veneno Cura”, de Freire? O que parece consensual é, pois, que o cinema designado por comercial tem uma qualidade assumidamente digna de esgoto, formada pela lógica de telenovela, e o cinema institucionalizado por independente tem pouquíssima projecção e uma qualidade expectável para o baixo orçamento que o Governo disponibiliza. A sua sobrevivência depende dos festivais internacionais, e alguns deles chegam até a ser conhecidos. Lembremo-nos, por exemplo, do maravilhoso drama “Alice”, dirigido por Marco Martins, ou do provocatório “O Fantasma”, assinado por João Pedro Rodrigues.

A criação de mais e melhor cinema nacional só será possível, desconstruído o cenário, com uma maior valorização governamental do cinema português, que possibilitará, com a abertura das mentalidades, uma mais positiva receptividade da população ao mesmo (tão evidente em Espanha, França, Alemanha ou Itália). O cinema faz parte e reflecte a história e a cultura de um país, devendo, portanto, ser maximamente elevado. É sob este ideal que o governo o deverá promover, com orgulho e dedicação, pela via de exibição de filmes nacionais (os antigos não ficariam claramente esquecidos!), criação de espaços específicos públicos que direccionem o público exclusivamente ao cinema português, e, talvez o mais importante, sensibilizar os mais novos a partir dos primeiros anos, numa educação especificamente orientada para a valorização de outra arte nacional, que não apenas a literatura, etc. Desta forma, tendo em conta uma reacção em cadeia, estarão estabelecidos o contexto e a mentalidade propícios à realização e apresentação de novos e bons filmes em Portugal, que terão que acompanhar toda a evolução sugerida (para isso acontecer, torna-se indispensável o auxílio financeiro privado e público para a produção fílmica e para a sua divulgação, aspecto que, claramente, não é pormenor na recepção de uma fita). Só assim se verá, a dada altura, como é claramente secundária e redutora a divisão do “mainstream” e do independente (a infantil batalha de António-Pedro Vasconcelos, que se acha representante dos portugueses, com Vasco Câmara, que também se vê como o defensor unicamente entendido do bom cinema), como se entre as duas categorias não fosse passível de existir um meio-termo. A sétima arte, como o espelho da vida do ser humano e representação da multiplicidade e relatividade de preferências estéticas e não só, é inequivocamente multifacetada, e a imposição de uma dessas faces seria, apenas e só, altamente demagógico.

Perante isto, que futuro que se antevê para o cinema em Portugal? Que mais será preciso para evitar um futuro tão negro e incerto? Ficam, infeliz e inevitavelmente, as dúvidas.

AS NOSSAS CURTAS: «O Rapaz com a Câmara de Filmar»


c/ Alexandra Côrte-Real e Bruno Oliveira

SINOPSE: Uma rapariga, que se prepara para terminar com um universo sem significado, é incomodada pela presença de um misterioso rapaz, que, atrás de si, a filma, atento - interferência que marcará o seu futuro até o fim. Personalizando a morte (procurando, insaciavelmente e com a eternidade das imagens de uma câmara de filmar, o vislumbre de um mundo com vida e beleza), caberá ao (imaginado?) rapaz a tarefa de entrar no espírito da rapariga, a personalização da vida enfadada de si mesma e curiosa pela inexistência. Quando um confronto se verifica, a fusão determinará, como consequência, a comum procura por um equilíbrio, por uma máxima contemplação das coisas tal como elas são e devem ser sentidas, por uma resposta à mais essencial questão de todas - quem sou eu?

AS NOSSAS CURTAS: «Os Anónimos»

c/ Ana Gonçalves; Bruno Oliveira; Inês Cardoso; Inês Vitelo; Miguel Novo; Nuno Vanzeller; Sara Vasconcelos; Serenela Carvalho

SINOPSE: Iniciado como um projecto totalmente diferente, com uma convencional linha narrativa, mutilado por exigências técnicas, abandonado pelo resultado tão desagradável e desagradado, foi assim que se voltou a pegar nas filmagens do ano passado, daquela verde, verde escola, e se montou esta peça. Fala-nos, não nos falando, da identidade, essencialmente. O espectador deambula, com a câmara, por entre espíritos errantes, entre as suas múltiplas jornadas e circunstâncias, entre a intensidade dos seus sentimentos e comportamentos. Quem são? Não sabemos. Mas isso não nos interessa. O desfoque não é mais senão outra camada daquilo que realmente somos. Porque mesmo julgando as imagens pela sua nitidez, nunca nos perceberíamos da ficção que ali se montava. Quem são eles? Quem são eles? Nem eles saberão - restam-se num absurdo e implacável anonimato, na ignorância da natureza que os envolve, sempre à procura de algo que os retire de uma prisão que constantemente os negligencia, sempre à procura do transcendente.

Curta-metragem: Un Chant D'Amour


Este é o único filme de Jean Genet, uma curta-metragem de aproximadamente 26 minutos realizada em 1950 mas que só pôde ser comercialmente apresentada nalguns circuitos, em França de 1975. O interessante e longamente censurado Un Chant D'Amour é um filme desprovido de diálogos, homoerótico, reflectindo o desejo e a paixão entre prisioneiros entre paredes, com tons surrealistas mas, também, claramente voyeuristas e provatórios para a época (até para os dias de hoje). Este foi um dos muitos trabalhos que inspiraram a concretização da obra de Andy Warhol e foi importantíssimo para a de outros autores que trataram a sexualidade.

Curtas de Tarkovsky (3) - "O Rolo Compressor e o Violino"

Deixo aos leitores a terceira e última curta-metragem de Tarkovsky - "O Rolo Compressor e o Violino" (Каток и скрипка ou Katok i skripka, em russo), apresentada na URSS no dia 30 de Dezembro de 1961 como filme de final de curso, apesar de produzido pelos estúdios da Mosfilm. Trata de uma amizade entre um aprendiz a violinista - o jovem Sasha, interpretado por Igor Fomchenko - e um operário de rolos compressores - Sergey, encarnado por Vladimir Zamansky. Escrito entre 1959 e 60 por Tarkovsky e Andrei Konchalovsky, este filme magistral, formalmente retratado pela poesia imagética e narrativa que determinaria o futuro da carreira do nosso cineasta, mereceu a condoração do instituto com a classificação de отличный, que é o mesmo que dizer "excelente", a mais alta possível, e o primeiro prémio num festival nova-iorquino para cinema estudantil. De facto, estamos aqui perante uma obra de uma beleza que marcaria o início de uma brilhante carreira, que poderá ser vista, integralmente, no Youtube e aqui, com legendas em inglês.





Curtas de Tarkovsky (2) - "Hoje não haverá saída livre"

"Hoje não haverá saída livre" (ou, se preferirmos, Сегодня увольнения не будет... / Sevodnya uvolnyeniya nye budyet), título abreviado do literal "Hoje não poderemos abandonar as nossas posições", é o segundo filme de Tarkovsky enquanto estudante do actual Instituto Cinematográfico da Federação Russa (VGIK), que realizou, em 1959, com o seu colega Aleksandr Gordon. Com duração aproximada de 46 minutos, esta média metragem debruça-se sobre o exército soviético durante tempos de paz, glorificando-o, o que nos parecerá estranho se tivermos em conta toda a filmografia do cinesta russo. Na verdade, e ao contrário do precedente "Os Assassinos", este filme teve o apoio financeiro da televisão soviética, que esperava um filme de propaganda para ser exibido no aniversário da capitulação da Alemanha nazi durante a Segunda Guerra Mundial. Isto permitiu que os dois realizadores pudessem filmar actores profissionais (como é o caso de Oleg Borisov) e tivessem disponível armamento e figurinos relativos ao exército. As filmagens, que tomaram três meses do tempo em Kursk, viram-se editadas posteriormente durante um igual período de doze semanas. O resultado interessante pode ser visionado na íntegra, com legendas em francês (em baixo dos vídeos) e em inglês (em cima), no Youtube e aqui:





Curtas de Tarkovsky (1) - "Os Assassinos"

"Os Assassinos" (Убийцы ou Ubiytsy no russo original) foi o primeiro filme com a mão de Andrei Tarkovsky, o maior realizador russo do mundo. Trata-se de uma curta-metragem de 19 minutos realizada enquanto estudante da VGIK, co-assinado pelos colegas Marika Beiku (com quem realizou as duas primeiras cenas) e Aleksandr Gordon (que realizou a terceira e última), devido a falta de equipamento que levou à decisão de trabalhos em grupo. É a adaptação de um conto de Ernest Hemingway escrito em 1927, escolhido pelo próprio Tarkovsky, que montou com os outros dois o cenário de um bar norte-americano, na altura visto como sinal de perversidade e atractivo para os jovens. Os actores são estudantes do instituto de cinema, pelo que a câmara e a luz estiveram a carga dos colegas Alfredo Álvarez e Aleksandr Rybin. O resultado esperado foi a congratulação do seu professor, Mikhail Romm. Podemos ver na íntegra esta obra, legendada, no Youtube, em inglês ou castelhano. Aproveitem-na.


quinta-feira, maio 06, 2010

Eclipse - 2º trailer

Já postei o primeiro trailer do terceiro filme da saga Luz e escuridão. Hoje posto o segundo que é, na minha opinião, muito melhor.



Não se esqueçam: deixem a vossa opinião!

terça-feira, maio 04, 2010

Vincent de Tim Burton

E já que o youtube nos permite ver alguns filmes online, sugiro a todos os leitores a curta metragem do atípico Tim Burton - Vincent.



Do ano de 1982, a primeira short motion do realizador, é narrada por Vincent Price, sendo também este o nome da personagem que o menino de 7 anos que Burton nos apresenta ambiciona ser.


Aqui fica então para os interessados!